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Os eventos adversos podem ser classificados em:
Abuso: É o abuso persistente ou uso esporádico intencional
de um medicamento que deveria ser acompanhado cuidadosamente por um profissional
de saúde, ou cuja finalidade seja desenvolver efeitos psicológicos.
Ineficiência
terapêutica: É a exposição ao produto que não resulta no efeito
terapêutico desejado para a indicação aprovada em bula.
Mau
uso / uso indevido / erro de medicação: Exposição, acidental ou
intencional, ao produto de forma não recomendada na bula, resultando ou não em
suspeita de reação adversa ao medicamento.
Exposição
via pai/mãe: É a exposição do feto/bebê/criança a um medicamento via
pai (durante a concepção) ou mãe (durante a concepção, gestação, parto ou
amamentação). Os casos de exposição via pai/mãe devem ser relatados com ou sem
reação.
Reação
adversa ao medicamento: Reação a um medicamento que é nociva e
não-intencional e que ocorre nas doses normalmente usadas no homem para
profilaxia, diagnóstico, terapia da doença ou para a modificação de funções
fisiológicas.
Superdosagem: A
administração do produto em dosagem superior à dose máxima recomendada na bula,
resultando ou não em suspeita de reação adversa.
Uso
benéfico não intencional: Uso resultando em efeito benéfico (efeito
positivo para o paciente) não previsto em bula.
Uso
não descrito em bula: Uso de medicamentos para uma finalidade
terapêutica não descrita em bula.
Qual a importância dos relatos de eventos adversos para a
Farmacovigilância? Através dos relatos de eventos adversos é
possível coletar dados não detectáveis durante o período de pesquisa clínica. A
partir das informações da Farmacovigilância, é possível a garantir a segurança
dos pacientes através da:
Detecção
precoce as reações adversas que superem os benefícios (avaliar risco/benefício
da comercialização);
Melhor
conhecimento das ações do medicamento (detectar sinais de alerta, reações
adversas não esperadas e graves);
Identificar
reações adversas devidas à interação medicamentosa;
Inclusão
e/ou alteração das informações presentes na bula dos medicamentos de forma a
torná-las atualizadas em relação às questões de segurança;
Desenvolvimento de
ações preventivas;
Detecção de
avaliação de ineficácia ou novas indicações não observadas anteriormente;
Auxiliar
com dados estatísticos na tomada de decisão de eventual retirada de produtos do
mercado (em casos extremos);
Ter um
produto com a melhor relação risco/benefício possível.
Quem pode relatar? Todos os profissionais da saúde*,
assim como pacientes, podem relatar eventos adversos ocorridos ao uso de
medicamentos.
* De acordo com a Resolução CNS nº 278, de 08/10/1998, do Conselho Nacional
de Saúde, são considerados profissionais da saúde: assistentes sociais,
biólogos, biomédicos, profissionais de educação física, enfermeiros,
farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, médicos-veterinários,
nutricionistas, odontólogos, psicólogos e terapeutas
ocupacionais.
Quando e como relatar?
A Farmacovigilância da Medley Indústria Farmacêutica Ltda disponibiliza aos pacientes em tratamento de nossos
medicamentos e aos profissionais da saúde mais um canal direto, contribuindo com
a manutenção dos padrões de segurança, eficácia e qualidade.
O relato dos eventos adversos deve ser feito o mais rapidamente possível, de
preferência, logo depois de sua constatação. A agilidade determina ações
efetivas da Farmacovigilância.
Qualquer paciente que apresenta ou apresentou algum evento adverso durante o
tratamento com algum dos medicamentos da Medley Indústria Farmacêutica Ltda,
orientamos o contato com o telefone 0800 729 8000 e faça o seu relato, ou se
preferir, preencha os campos abaixo com o maior número de informações possíveis.
Estes mesmos canais de comunicação também podem ser usados pelos profissionais
da saúde.
Informamos que todos os relatos feitos à Farmacovigilância da Medley Indústria Farmacêutica Ltda tem caráter estritamente confidencial e que poderão ser
utilizados para fins de estudo de nossos produtos e manutenção de nosso controle
de qualidade e segurança.
Ressaltamos a importância do uso de medicamentos somente com
orientação e acompanhamento médico.
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