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GENÉRICOS, SIMILARES E REFERÊNCIAS

 

GENÉRICOS, SIMILARES E REFERÊNCIAS

Cuidamos de cada detalhe em cada caixinha que vai para sua casa, entenda como aqui.

 

 

Os medicamentos genéricos, de fato, possuem a mesma eficácia e segurança do medicamento de referência podendo, assim, substituir o chamado "remédio de marca". Quando aprovado pela Anvisa, o medicamento genérico precisa apresentar o(s) mesmo(s) princípio(s) ativo(s), a mesma dose e forma farmacêutica e ser administrado pela mesma via e com a mesma posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência.

Primos: qual a diferença entre genéricos, similares e referência

Referência: são os medicamentos inovadores registrados no Brasil, cuja eficácia, segurança e qualidade são comprovados cientificamente no registro junto à Anvisa. Os laboratórios farmacêuticos têm exclusividade sobre a comercialização da fórmula durante o período da patente, que pode durar entre 10 e 20 anos.

Similar: contém o mesmo princípio ativo, concentração, forma farmacêutica, via de administração, indicação terapêutica e posologia do medicamento de referência, mas pode diferir em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes (substâncias que completam a massa ou volume do remédio) e veículo (substâncias que ajudam na incorporação ou diluição dos ingredientes), devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca. Assim como no caso dos genéricos, a apresentação de testes de bioequivalência à Anvisa são obrigatórios para a comercialização dos similares.

Genérico: contém o mesmo princípio ativo, dose e forma farmacêutica do medicamento de referência. É administrado pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica, proporcionando igual eficácia e segurança. A produção do genérico é liberada após a expiração da patente do medicamento de referência
Destaque: O genérico é intercambiável com o medicamento de referência.  A substituição do medicamento de referência pelo seu genérico é assegurada por testes de bioequivalência apresentados à Anvisa. A troca pode ser realizada pelo farmacêutico responsável

Destaque: Se a eficácia é a mesma, por que o genérico é mais barato?
Como a maioria dos estudos de eficácia e segurança foram realizados no momento da criação do remédio de referência, o genérico acaba custando menos para o consumidor final.³

3. ANVISA. RDC nº60/2014. Disponível em: